quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O meu nome é Ego, Super Ego...

O senhor Ego é uma pessoa muito bem-parecida, simpática e educada. Só tem um pequenino defeito, é egoísta que só é ele!
Pois é... É este o mal de algumas pessoas que trabalham numa empresa e em equipa . Tudo o que fazem e pensam está relacionado com os seus próprios interesses e, quase nunca com os interesses da empresa. O barco está a andar muito bem no seu percurso definido mas... lá está o Sr. Ego outra vez a remar sozinho na direcção escolhida por ele.
O ego corresponde a uma falsa percepção de quem somos, uma noção ilusória de identidade. Refiro que esta percepção ilusória do eu é uma ilusão óptica da consciência. Este eu ilusório serve de base para todas as falsas interpretações da realidade, todas as estruturas de pensamento, interacção e relacionamento.
Existe uma noção de identidade em cada pensamento, em cada memória, interpretação, opinião, ponto de vista, reacção ou emoção. O ego consiste em determinados pensamentos, emoções, padrões de reacção repetitivos e persistentes com os quais nos identificamos profundamente, condicionados pela nossa educação, memórias, papeis que desempenhamos habitualmente sem nos apercebermos, de identificações colectivas, como a nacionalidade, a religião, raça, classe social ou inclinação política.
O ego tem também identificações pessoais com opiniões, com a aparência exterior, com ressentimentos antigos ou com a noção de nós próprios como melhores ou piores do que os outros. Complexo, não é?
Refiro também que o reconhecimento desta ilusão é o seu fim e, ao percebermos quem não somos, a realidade de quem somos emerge por si mesma.
O Sr. Ego está sempre contra e preocupado com quem é que "manda". É uma chatice...Sr. Ego inscreva-se na Associação dos Egos Anónimos pf.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
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