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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Lies
Na verdade o SEMPRE n existe,mas o q é certo é q há momentos q se tornam eternos e q vão ficar gravados cmo tatuagem até o coração parar d bater,isso sim é eternidade.As promessas d eternidade são falsas e plenas ilusões,pois apesar d as pessoas terem objectivos parecidos nc chegam a ser iguais,ninguém tem objectivos iguais crlh.O sempre n existe por mt q eu qeira,q tu queiras,ou q o caralho mais velho queira.Não dá!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
...
É preciso saber sempre quando uma etapa chega ao fim...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos de viver.
Encerra ciclos, fecha portas, termina capítulos! Não importa os nomes que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já acabaram.
Foste despedida do trabalho? Terminaste uma relação? Deixaste a casa dos teus pais? Foste viver para outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Podes passar muito tempo a perguntar-te porque é que isso aconteceu…
Podes dizer para ti mesmo que não darás mais um passo enquanto não entenderes as razões que te levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na tua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas essa atitude será um desgaste imenso para todos: para os teus pais, amigos, filhos, irmãos, todos estarão a encerrar capítulos, a virar a folha, a seguir em frente, e todos eles irão sofrer ao ver-te simplesmente parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixa-las realmente irem embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que têm.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está a acontecer no nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhámos, e às vezes perdemos.
Não esperes que te devolvam algo, não esperes que reconheçam o teu esforço, que descubram o teu génio, que entendam o teu amor. Pára de ligar a tua televisão emocional e de ver sempre o mesmo programa, que mostra como sofreste com uma certa perda: isso estará apenas a envenenar-te, nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que estão sempre a ser adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diz a ti mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembra-te que houve uma época em que podias viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerra ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por arrogância, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na tua vida.
Fecha a porta, muda o disco, limpa a casa, sacode a poeira. Deixa de ser quem eras, e transforma-te em quem és. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos de viver.
Encerra ciclos, fecha portas, termina capítulos! Não importa os nomes que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já acabaram.
Foste despedida do trabalho? Terminaste uma relação? Deixaste a casa dos teus pais? Foste viver para outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Podes passar muito tempo a perguntar-te porque é que isso aconteceu…
Podes dizer para ti mesmo que não darás mais um passo enquanto não entenderes as razões que te levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na tua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas essa atitude será um desgaste imenso para todos: para os teus pais, amigos, filhos, irmãos, todos estarão a encerrar capítulos, a virar a folha, a seguir em frente, e todos eles irão sofrer ao ver-te simplesmente parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixa-las realmente irem embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que têm.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está a acontecer no nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhámos, e às vezes perdemos.
Não esperes que te devolvam algo, não esperes que reconheçam o teu esforço, que descubram o teu génio, que entendam o teu amor. Pára de ligar a tua televisão emocional e de ver sempre o mesmo programa, que mostra como sofreste com uma certa perda: isso estará apenas a envenenar-te, nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que estão sempre a ser adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diz a ti mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembra-te que houve uma época em que podias viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerra ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por arrogância, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na tua vida.
Fecha a porta, muda o disco, limpa a casa, sacode a poeira. Deixa de ser quem eras, e transforma-te em quem és. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
terça-feira, 8 de junho de 2010
...-

Na noite que passou, enquanto o sono não dava o meu pensamento passeou, nas voltas que o mundo dava, olhei para dentro de mim e pensei!!! julgo-me tão forte mas no fim sou apenas mais uma fraca, eu a querer mudar o mundo, e de sonhos não desisto julgo-me inteligente e no fundo o mundo nem sabe que existo…sou uma pessoa normal escrevo em minha defesa, a minha insegurança é tão real que quando algo me soa mal sorrio e escondo a tristeza…foi nessa noite que passou , que a conclusão a que eu cheguei, é que vou morrendo aos poucos….e ninguém saberá onde estou... num mundo que eu própria inventei, e que ninguem pode entrar ...
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O meu nome é Ego, Super Ego...

O senhor Ego é uma pessoa muito bem-parecida, simpática e educada. Só tem um pequenino defeito, é egoísta que só é ele!
Pois é... É este o mal de algumas pessoas que trabalham numa empresa e em equipa . Tudo o que fazem e pensam está relacionado com os seus próprios interesses e, quase nunca com os interesses da empresa. O barco está a andar muito bem no seu percurso definido mas... lá está o Sr. Ego outra vez a remar sozinho na direcção escolhida por ele.
O ego corresponde a uma falsa percepção de quem somos, uma noção ilusória de identidade. Refiro que esta percepção ilusória do eu é uma ilusão óptica da consciência. Este eu ilusório serve de base para todas as falsas interpretações da realidade, todas as estruturas de pensamento, interacção e relacionamento.
Existe uma noção de identidade em cada pensamento, em cada memória, interpretação, opinião, ponto de vista, reacção ou emoção. O ego consiste em determinados pensamentos, emoções, padrões de reacção repetitivos e persistentes com os quais nos identificamos profundamente, condicionados pela nossa educação, memórias, papeis que desempenhamos habitualmente sem nos apercebermos, de identificações colectivas, como a nacionalidade, a religião, raça, classe social ou inclinação política.
O ego tem também identificações pessoais com opiniões, com a aparência exterior, com ressentimentos antigos ou com a noção de nós próprios como melhores ou piores do que os outros. Complexo, não é?
Refiro também que o reconhecimento desta ilusão é o seu fim e, ao percebermos quem não somos, a realidade de quem somos emerge por si mesma.
O Sr. Ego está sempre contra e preocupado com quem é que "manda". É uma chatice...Sr. Ego inscreva-se na Associação dos Egos Anónimos pf.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
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